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terça-feira, 12 de maio de 2015

o beijo da palavrinha

Terminámos o estudo de mais uma obra, “O beijo da palavrinha “ de Mia Couto.
Uma narrativa muito envolvente, que nos prende mas com alguma tristeza.
Nem todas as histórias acabam bem e esta termina com a morte da Maria Poeirinha, no entanto o tema foi tratado com a magia das palavras e, também é bom que as nossas crianças conheçam esta vertente.
Como diz o autor na contracapa “
"Não se escreve para crianças.
Teremos, apenas, idade para viver em história.
Encantados, como os personagens deste livrinho.

Deste modo, estaremos aptos a sermos beijados pelas palavras."

quinta-feira, 7 de maio de 2015

o beijo da palavrinha

Iniciámos o estudo da obra “O Beijo da Palavrinha, de Mia Couto. Nesta primeira abordagem, falámos do autor, observámos a capa do livro e lemos as primeiras páginas com trabalho de compreensão e de gramática.


sexta-feira, 24 de abril de 2015

educação literária

Não quisemos fechar o estudo da obra "A Maior flor do Mundo" sem investigarmos um pouco sobre o seu autor. Assim, elaborámos uma pequena biografia de José Saramago, Prémio Nobel de litertura em 1998.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

educação literária

Continuámos a trabalhar, ”A Maior Flor do Mundo”, de José Saramago. Depois da leitura do conto e a sua compreensão, vimos e comentámos o vídeo.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

a maior flor do mundo...

"E se as histórias para crianças passassem a ser de leitura obrigatória para os adultos? Seriam eles capazes de aprender realmente o que há tanto tempo têm andado a ensinar?" José Saramago

sexta-feira, 10 de abril de 2015

A maior flor do mundo

Iniciámos o estudo da obra "A maior flor do Mundo", de José Saramago. Como introdução, falámos deste autor, o primeiro e único escritor português a ter recebido o Prémio Nobel de Literatura. A seguir, tentámos imaginar a capa deste livro e fizemos a respetiva ilustração.
Posteriormente, analisámos os elementos paratextuais e respondemos à seguinte pergunta: - Se fosses um autor e tivesses de escrever um livro para crianças, que caraterísticas lhe atribuirias?
O resultado do nosso trabalho ficou exposto num "estendal", que colocámos junto ao expositor onde já estavam as nossas ilustrações da capa.






sexta-feira, 6 de março de 2015

educação literária

Lemos os poemas “Serpente”, “A formiguinha descalça” e “Boa noite, passarinho!” do livro “Mistérios”, de Matilde Rosa Araújo. Fizemos leitura dialogada, em grupo e individual. Identificámos o conteúdo e a forma, fizemos várias associações de sentimentos, sensações e emoções.
Com base no poema “Boa noite, passarinho!”, reescrevemos o poema substituindo algumas palavras do poema por outras palavras que conferissem sentido ao texto.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

"deveres" e "o menino e o bule"

Continuámos o estudo da obra “Mistérios”, de Matilde Rosa Araújo e analisámos dois poemas: “O menino e o bule” e “deveres”. O professor leu cada um dos poemas em voz alta e, em seguida, fizemos a releitura; associações de sentimentos, emoções e sensações individuais aos poemas; trabalhámos as palavras desconhecidas e identificámos o conteúdo. No final, resolvemos uma ficha de trabalho.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Romancinho Verde

Hoje, trabalhámos o poema Romancinho Verde, da autora Matilde Rosa Araújo, da obra Mistérios. Um poema que canta o amor (romancinho) que desperta em dois jovens (verde).
Além da análise do poema, escrevemos uma breve biografia e bibliografia da autora, disponibilizando algumas das suas obras, em sala de aula, possibilitando assim a sua leitura aos alunos.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

educação literária

Hoje iniciámos o estudo de mais uma obra, “Mistérios”, de Matilde Rosa Araújo. Relembrámos a autora, pois já a conhecemos do estudo de “As fadas Verdes” e de outras obras que já lemos desta autora. Falámos da sua bibliografia e biografia. Por fim, analisámos os elementos paratextuais do livro e a estrofe que se encontra no início do livro
“Ninguém viu um passarinho chorar
Todo o mundo ouviu um passarinho cantar”

Com este dístico e o título “Mistérios”, cremos que estão lançados os dados para criar alguma expetativa no leitor.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Serafim e Malacueco na corte do rei escama

Continuámos com “Teatro às três pancadas”, de António Torrado e terminámos o estudo desta obra com a peça Serafim e Malacueco na corte do rei escama. Fizemos a sua leitura e relembrámos a representação deste texto dramático no Teatro Municipal. 

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

educação literária

Continuámos o estudo da obra de António torrado, Teatro às Três Pancadas. O texto escolhido foi “A história de um papagaio”. Fizemos a sua leitura, identificámos as marcas do texto dramático (texto de teatro) e treinámos o texto a nível de voz, entoação e pausas.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

educação literária

Continuámos com a obra “Teatro às três pancadas”, de A. Torrado e lemos e analisámos o texto “A raposa e o Corvo”. No final, fizemos uma ficha de trabalho.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

educação literária

Iníciámos mais uma obra em educação literária, “Teatro às três pancadas”, de António Torrado. Antes, porém, relembrámos o que já tínhamos aprendido acerca deste autor e também algumas das obras que já conhecíamos e pusemo-nos a trabalhar. Observámos atentamente os elementos paratextuais e lemos a informação que nos é fornecida na contracapa.
Falámos de como se apresenta o texto em teatro (texto dramático) e das suas marcas: as falas das personagens, as instruções cénicas, as didascálias, o uso do discurso direto, contextualizando estas mesmas marcas no texto “A raposa e o Corvo”. No final, sorteámos os papéis que cada um irá representar numa futura dramatização.


sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

nove cores

Terminámos o estudo da obra Versos de Cacaracá, de António Manuel Viana. Na aula de hoje, lemos, por grupos, o poema “Nove Cores”. Fez-se a sua análise poética e a compreensão.
No final, escrevemos um texto tentando imitar o autor.




sexta-feira, 28 de novembro de 2014

os dias da semana

Mais um poema de António Couto Viana, “Os dias da semana”, da obra versos de Cacaracá, Fizemos a leitura e compreensão do poema. Depois, imitando o autor escrevemos um poema semelhante, alterando a brincadeira para os deveres de estudante.




sexta-feira, 21 de novembro de 2014

educação literária

Continuando o estudo dos poemas de António Couto Viana, hoje o explorámos o poema "A vendedeira das quatro estações".
Depois da sua exploração oral e na resolução de uma ficha de trabalho, “Os Amigos”, por grupos, ilustraram a vendeira em cada uma das estações.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Para cada um seu modo de ver

Hoje, iniciámos o estudo da obra “Versos de Cacaracá”, de António Manuel Couto Viana. O poema escolhido foi “Para cada um seu modo de ver”. Depois da sua leitura e exploração, relembrámos as características essenciais do texto poético – verso, estrofe rimas e sonoridades -. Finalmente, foi-nos proposto que apresentássemos este poema em BD.




sexta-feira, 7 de novembro de 2014

educação literária

Na aula de hoje, ficámos a conhecer o autor da obra que iremos tratar, António Manuel Couto Viana.
Inicialmente, fomos para a biblioteca escolar e pesquisámos sobre este autor. Em grupos de dois, fomos recolhendo informações da Net e registando-as  cuidadosamente.
Já na sala de aula, cada grupo apresentou o seu trabalho aos colegas e no final da apresentação confrontámos a informação recolhida por todos, selecionámos e elaborámos um pequeno texto biográfico sobre o escritor, apontando no mesmo as várias fontes que foram consultadas.
A obra deste autor que vamos estudar é Versos de Cacaracá.




 

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

O Rouxinol IV

Terminámos o estudo do conto, “O Rouxinol”, de Hans Christian Andersen, com tradução de Silva Duarte. Deparámo-nos com um final emotivo em que a morte foi dando lugar à vida, no qual o imperador mostrou o arrependimento da sua ingratidão para com o rouxinol.
Com este conto, ao longo das várias sessões, pudemos abordar alguns valores como: a gratidão, a solidariedade, o contraste dos valores materiais como por exemplo a beleza e o vazio da vida.
No fundo, um conto que nos trouxe encanto, magia e sabedoria.